
Lá fizemos mais um pedaço de subida junta até que o declive voltou a aumentar e eu voltei a me distanciar.
Mais uma pausa para foto:

Já juntos e após pausa para vestir o corta vento porque a chuva já se fazia sentir lá seguimos até à Portela havendo nova separação já perto do fim em que acelerei para vencer a "etapa"
Visto a vantagem conseguida ainda tirei algumas fotos

Já perto da zona para sprint final!! Para me fazer um pedacinho em frente aos estrangeiros dei mesmo um sprint à Cavendish (mão nos drops e dá-lhe gás sempre em pé).

E na chegada à Portela deparo-me com uma situação que ia alterar o percurso da etapa - estrada fechada devido a derrocadas.

Ainda passei por baixo da ponte para ver as vistas sobre o Porto da Cruz e ara ver se dava para tirar uma foto diferente, visto já ter fotos do Porto da cruz visto da Portela aqui no diário.
O 1ª imagem que me saltou à vista foi os deslizes de terra que ocorreram nesta zona. Tempestade que atingiu o Porto da Cruz foi muito feia. Houve muitos deslizamentos de terras destruindo estradas e casas.

Aqui o tal ponto de vista um pouco diferente que procurava.
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| Penha de Águia - Porto da Cruz |
Lá conseguimos encravar um lisboeta para nos tirar uma foto

Pausa para cafezinho e dois dedos de conversa sobre o motivo de encerramento da estrada com o dono do bar da zona e lá seguimos rumo ao Santo da Serra. Como já relatei esta estrada aqui no diário nem tirei fotos. A paisagem também não tem nada demais.
No Santo da Serra nova paragem para comer e lá seguimos rumo à Camacha. Percurso que conheço muito bem e que também já aqui relatei. Deixo algumas fotos. O vento voltou a aparecer depois de uns belos km's de tréguas.

Lá vou eu na perseguição:

Após um pequena descida foi altura para mais um sprint, desta vez para conquistar o sprint intermédio da etapa. Este já foi feito numa zona plana e feito novamente à Cavendish
1km á frente mais uma subida para moer as pernas:

O objetivo era ir até à Camacha e voltar para trás pela mesma estrada em direção a casa, mas já quase na Camacha surgiu-me uma estrada alternativa. A ideia soou-me a brilhante, visto ser uma estrada que não passo à alguns anos. O principal entrave era para chegar lá, uma rampa muito inclinada e que não sabia se conseguia fazer devido à falta de forças nas pernas. Lá cheguei ao inicio da rampa, onde despedi-me do colega porque ele ia seguir para o Caniço.
Inicio da Rampa:

Bem ganhei coragem e lá fui eu. A coisa é mesmo agreste mas o que salva é que é curta. São só uns 150 metros. Chegado à zona plana pausa para fotos:

Ando uns metros e deparo-me com isto: boas -vindas dadas pelas rajadas de vento:

O alcatrão não estava grande coisa. Muitos buracos e muito irregular o que acabou por se revelar um excelente teste aos pneus.

Excelente ambiente...nada de carros, rodeado de árvores, zona plana, só apetecia pedalar. Cheguei a uma zona com umas mesas para a merenda e lá fiz uma paragem para comer o que restava de barras e desfrutar do meio envolvente:

A tentativa de um auto retrato...máquina tinha de ter um relógio mais prolongado:

Segui caminho e já não tirei mais fotos. Foi sempre a andar a bom ritmo para aproveitando o terreno plano.
Tempo só para mais uma foto pois a chuva voltou a aparecer e a câmara voltou à zona de isolamento.
Siga para casa. A bela descida de Gaula, onde tenho o recorde (Strava) mas que hoje estava muito perigosa para aventuras. Inicio com chuva e o consequente piso molhado, o vento que batia hora de lado hora de frente. Foi descer com imenso cuidado para evitar precalços.
Resumo da volta:
47,5km
3:19 a pedalar
Velocidade média: 14,3km/h (tendo em conta o relevo encontrado é bastante baixo).
Strava
Conclusão do dia: este tempo sem andar de bicicleta tem feito mal. Não me sinto em forma e sinto dificuldades que antes não sentia a subir. Espero lá para o verão estar mais em forma.
























